Análise: MacBook Air M4 — Eficiência e Portabilidade
O MacBook Air M4 chega como a atualização mais equilibrada da linha Air desde o M2, trazendo o novo chip da Apple com eficiência energética aprimorada e desempenho multicore que coloca pressão em notebooks Windows de até o dobro do preço. Testamos o modelo de 16 GB e 512 GB por duas semanas em uso real de trabalho, incluindo edição de vídeo leve, desenvolvimento de software e navegação intensa.
Desempenho: mais do que suficiente para a maioria
O chip M4 base entrega um ganho de 18% em single-core e 22% em multicore em relação ao M3, de acordo com nossos benchmarks com Geekbench 6 e Cinebench 2024. Na prática, o Air M4 com 16 GB de memória unificada lida sem esforço com projetos de desenvolvimento em Xcode, edição de fotos em RAW no Lightroom e sessões longas com dezenas de abas abertas no Safari. Exportações de vídeo em 4K no Final Cut Pro levam aproximadamente 40% menos tempo que no M2 na mesma resolução e codec.
O sistema de resfriamento passivo — sem ventoinha — mantém o desempenho estável em cargas moderadas. Em workloads prolongados e intensos, o chip inicia throttling após 10 a 15 minutos, o que é esperado e aceitável para um produto sem dissipação ativa. Para tarefas profissionais contínuas e pesadas, o MacBook Pro com M4 Pro é a escolha certa; para tudo o mais, o Air é mais que suficiente.
Autonomia e veredicto
A bateria entregou 14h22min em uso misto real no nosso protocolo de teste — melhor que o M3 Air e competitivo com qualquer notebook no mercado. O design permanece praticamente inalterado, com a tela Liquid Retina de 13.6" brilhante e precisa em cores. Para estudantes, profissionais em mobilidade e usuários que querem o melhor custo-benefício em um Mac, o Air M4 é a recomendação sem reservas de 2026.